Aquele job caiu, a mensalidade foi negociada pra fora, o lançamento foi criado duplicado. Existem dois jeitos de tirar um lançamento do jogo — e escolher o certo faz diferença no seu histórico.
Cancelar: tira da conta, mantém o registro
O cancelamento muda o status do lançamento pra cancelado: ele sai de todas as métricas (não conta como a receber, não vira “vencido”, não polui a previsão), mas continua existindo no histórico, visível pelo filtro de status.
Use quando o lançamento era legítimo mas não vai acontecer: o cliente desistiu do job, o serviço foi cancelado, a cobrança foi renegociada. Seis meses depois, quando alguém perguntar “e aquele projeto da Acme?”, o registro cancelado conta a história — um lançamento excluído não contaria nada.
Excluir: apaga de vez
A exclusão remove o lançamento por completo, sem rastro e sem desfazer. Use pra erros de cadastro: duplicidade, lançamento de teste, valor lançado no lugar errado. A regra de bolso:
- Aconteceu no mundo real e depois caiu? → Cancele.
- Nunca deveria ter existido no sistema? → Exclua.
Séries e parcelas: o efeito nos irmãos
Lançamentos recorrentes e parcelados fazem parte de um grupo — e o Coconut sempre pergunta o escopo antes de agir:
- Apenas este — remove/cancela só a ocorrência escolhida. O resto da série segue normal.
- Este e os próximos pendentes — encerra a série dali pra frente, preservando o que já passou (e o que já foi pago).
Pra ver o grupo inteiro antes de decidir, use a opção de ver lançamentos relacionados no menu de ações — ela lista todas as parcelas/ocorrências da mesma série, com o status de cada uma.
Excluindo em massa
Pra limpezas maiores (uma importação que veio errada, por exemplo), use a exclusão em lote: filtre, selecione tudo e exclua de uma vez. E lembre da rede de segurança: exportar antes custa trinta segundos.